Pandemia desmascara o teletrabalho: jornadas exaustivas e inadequação

Análise de Lara Lorena Ferreira, advogada trabalhista e sindical, integrante do Coletivo Nacional de Advogados de Servidores Públicos (CNASP) e da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD).

O trabalhador vive de sua força de trabalho, razão pela qual jamais deveria ser ele a suportar essas despesas. É preciso lembrar que teletrabalho não é só a mudança do lugar de prestação de serviços mas, acima de tudo, é necessário combater a falácia que o teletrabalho é uma ‘generosidade’ do empregador que tem o trabalhador como único beneficiado. Lançando luz sobre os fatos, a verdade é que o teletrabalho é um meio de impor jornadas de trabalho ainda mais exaustivas, sem uma regulamentação que proteja a pessoa trabalhadora minimamente, e sem fiscalização das condições de trabalho.

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